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Introdução

O livro começa por mostrar as preocupações do autor com os destinos da humanidade e a sua motivação em escrever sobre o assunto. Em sua opinião, o homem encontra-se em franca degeneração, em face de comportamentos equivocados implantados desde a Idade Média, e precisa urgentemente ser corrigida a sua trajetória de usos e costumes, para que volte a trilhar o cominho de preservação da espécie.

O princípio de tudo

Neste capítulo o autor mostra de onde se origina todo o erro praticado pela população. Comunga da ideia que tudo se inicia com a má interpretação do episódio de formação do homem pela teoria criacionista, a qual é dominante para formação do caráter do ser humano. Erros crassos na análise do comportamento de Adão e Eva no Paraíso, com a fantasia de imiscuir doses exageradas de malícia sobre aquele acontecimento, desaguou nos resultados experimentados hoje pela humanidade.

Os livros sagrados

Apresentação sucinta sobre o conteúdo dos livros que embasam as três principais correntes religiosas do planeta: o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. Mostra a origem de cada um e as ligações existentes entre eles, caracterizando as diferenças e semelhanças entre os seus padrões de ensinamento e como são constituídas as suas formas derivadas de interpretação.

Os livros apócrifos

Informações sobre os livros de cunho religioso que não integra os livros sagrados das três religiões estudadas, por razões de interesse dos seus principais líderes, mas que representa alguma, mesmo que ínfima, importância para o assunto abordado neste livro.

Pureza e malícia

Aqui o autor faz uma definição clara do que seja a PUREZA, a qual deve ser buscada para atingimento do objetivo de regeneração do ser humano, e a Malícia, cuja prática inconsciente é a grande responsável pelas desavenças ocorridas entre os homens. O autor faz também um paralelo entre a PUREZA e o estado de NUDEZ, como formas similares e atreladas entre si, de acordo com os critérios estabelecidos por Deus no início da criação.

A vergonha

O autor mostra a grande deformação sofrida por essa palavra ao longo do tempo, exatamente pelas más interpretações do evento inicial da gênesis humana. Desmistifica que a vergonha seja atribuída à exposição do corpo e relaciona-a apenas com o constrangimento experimentado diante de um erro cometido.

O que a Bíblia diz

A partir da premissa de que os grandes erros de interpretações da Bíblia Sagrada dos cristãos paira sobre o que representa a NUDEZ, o autor faz uma busca em todo o texto bíblico, onde ela cita a prática da nudez, para comprovar os equívocos cometidos quanto à sua abominação tão propalada pelos religiosos.

O que diz o Alcorão

Procedimento análogo ao da Bíblia, descrito no capítulo anterior, é feito em relação ao Alcorão, o Livro Sagrado dos muçulmanos.

Os grandes vilões

Neste capítulo o autor nomeia os principais segmentos sociais responsáveis pelas más interpretações dos livros sagrados e a sua aplicação como formadores do comportamento humano, bem como aqueles encarregados de manutenção desses procedimentos equivocados no seio da população. Em ordem de prioridade e gravidade de influência, são eles: os líderes religiosos, os pais, as mulheres, os homens, a mídia, os operadores da justiça, os professores e os governos. Em cada segmento ele justifica o seu posicionamento em considerá-los como vilões dos acontecimentos históricos da humanidade.

Mudando de postura

Identificados os vilões, na mesma ordem do capitulo anterior, o autor conclama-os a mudar os seus posicionamentos em relação ao padrão de conduta em vigor, mostrando a forma adequada de conduzir o ser humano aos cominhos da PUREZA tão necessários à revolução do comportamento da humanidade.

Conclusões e recomendações finais

O autor faz o desfecho do livro reafirmando tudo que é necessário para o retorno do homem aos trilhos da sobrevivência da espécie, através de recuperação dos critérios de PUREZA estabelecido pelo SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO no início da criação.

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